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  • Porque eu odeio o termo “art games” Publicado por | 28 de outubro de 2011, às 02:28, em Sem categoria | 0

    Você talvez já tenha ouvido falar desses jogos: Braid, But That Was Yesterday, Passage, Feist, Trauma, Limbo…  São títulos que denotam sentimentos como depressão, a tristeza, o terror, o medo… Outros exemplos: Rez (foto), The Boom Shakalaka, Bit. Trip Beat, Osmos… São títulos que se inspiram na pintura abstrata, na falta de sentido, no subjetivo. São os ditos “art games”, jogos eletrônicos que jogam na cara da sociedade que games são sim, arte, oras! Que profundo, inteligente e moderninho!

    Seria, não fosse pela fraca ideologia que os sustenta. Chamar tais obras de “art games” denota uma certa arrogância e redundância. Afinal, todo game É arte. O que essa denominação escancara, na minha opinião, é uma aceitação geral por parte da sociedade de que videogames não são arte, ainda que os autores dessas obras tentem provar o contrário ou sejam usadas por outros com esse propósito.  A impressão que fica é que, para se mostrar como arte, qualquer produção cultural precisaria renegar suas origens (nesse caso, os jogos) e se aproximar de outras artes mais bem aceitas, como a pintura ou o cinema.

    Muitos discordam, considerando nenhum jogo arte, ou que são raros os que podem ser chamados assim, já que “poucos games emocionam como muitas músicas ou filmes”. Ou seja, a julgar pelos ditos “art games” e por argumentos como esses, arte só é aquilo que faz você chorar ou não entender. Se você entendeu, se divertiu ou até odiou um filme, livro ou game, então ele não pode ser chamado de arte? Eu discordo com veemência. Na minha opinião,é possível que até o mais simples jogo seja admirado como uma produção cultural. Sim, até mesmo o xadrez ou o futebol. Alguns desses jogos conseguem ser bastante profundos simbologicamente, outros são bem rasos. Mas estão todos dentro de uma cultura transparecendo um contexto social e pessoal. É impossível escapar disso.

    Entendo que, levando isso em consideração, qualquer ação provocada pelo homem poderia ser categorizada como arte. Mas é esse ponto ao qual quero chegar: tudo que a humanidade produz é arte, ou melhor, pode ser categorizada como tal. O que muda é nossa forma de encará-las, é a diferença do olhar entre pessoas ou sociedades diferentes. O que é arte para mim, pode não ser para você. Há quem adore pinturas abstratas. Eu abomino e acho pedante. Mas ela, provavelmente, tenta transmitir alguma mensagem, e para alguns aquilo deve trazer um significado. É esse olhar que eu gostaria de ver sendo percebido nos games por jogadores, desenvolvedores e até jornalistas.


    Para entender melhor, faço uma comparação com outras artes. Você consegue imaginar ou entender um grupo teatral que ouse chamar um novo tipo de montagem de “teatro arte”? Ou um pintor que venha a denominar seu novo estilo de “pintura arte? Bastante arrogante e redundante, não? Não estou afirmando aqui que todos os desenvolvedores dos ditos “games arte” defendam ideias como essas, ou categorizem suas criações como tal. Isso só eles podem confirmar ou negar. Mas lembro aqui que Jason Rohrer, designer por trás do ótimo Passage (foto acima), já teria declarado em entrevista ao jornal O Globo este ano que “não acredita que os grandes blockbusters do videogame são uma forma de arte”.

    Quem estudou análise do discurso ou linguística, o que só fiz superficialmente, sabe que, por trás de todo texto, toda palavra, há um contexto, uma ideia subentendida. É o discurso  por trás do termo “art game” que quis realçar aqui. Não importa que você use essa expressão inocentemente, ou acredite que tudo não passe de palavras que designam um gênero de jogo. Existe um discurso anterior a palavra que você reforça ao repetí-la.

    Concordo que ainda existem poucos jogos eletrônicos que conseguem ser profundos e nos tocar significamente. É compreensível, afinal, os videogames ainda são uma arte muito nova, que não tem sequer 50 anos de existência, se desconsiderarmos algumas criações à frente de seu tempo. A sociedade ainda não aprendeu a enxergar os videogames como arte. É uma situação que eu acredito que mudará no futuro. Quanto tempo levará, eu não sei. Mas enquanto termos como “art games” ficarem sendo repetidos sem nenhuma reflexão por trás, acredito que esse dia ainda não terá chegado.

  • Depois de Battlefield 3, será que já podemos sonhar com Mirror’s Edge 2? Publicado por | 26 de outubro de 2011, às 01:24, em Sem categoria | 2

    Ontem, a DICE lançou Battlefield 3, um dos jogos mais esperados em 2011. Sinceramente, não me importo. Jogos de tiro em primeira pessoa nunca me atrairam, com raras exceções. Pra mim, o mais importante é saber qual o próximo jogo que esse estúdio produzirá. Mais especificamente, eu estou torcendo por uma sequência para um dos melhores títulos a surgirem na atual geração de videogames: Mirror’s Edge.

    Bem recebido pela crítica, o jogo não foi o grande sucesso esperado pela Electronic Arts: até outubro de 2010 pelo menos, Mirror’s Edge havia ultrapassado a barreira dos 2 milhões de cópias vendidas. É um número respeitável, porém, para efeito de comparação, saiba que analistas preveem que Battlefield 3 alcance os 11 milhões só no primeiro ano. Apesar disso, a DICE já deu diversas vezes entrevistas afirmando a vontade de produzir uma sequência, que também é mencionada em alguns currículos encontrados no LinkedIn. Mas até agora tudo não passou de palavras. Chegaram a existir boatos de que a produção de Mirror’s Edge 2 teria sido interrompida para que toda a equipe da DICE pudesse se dedicar a Battlefield 3. Com o lançamento desse game essa semana, será que o caminho está livre para uma sequência de Mirror’s Edge?

    Se você ainda não conhece Mirror’s Edge, sempre há tempo para isso. Lançado no final de 2008, o jogo em primeira pessoa para PC, Xbox 360 e Playstation 3 coloca o jogador no controle de Faith, uma mensageira ativista de um grupo rebelde que luta contra a opressão da ditadura de um país fictício. Para se safar desapercebida na cidade grande durante suas missões, a protagonista utiliza habilidades de “le parkour”, técnica que consiste em superar obstáculos urbanos e chegar de um local ao outro da forma mais ágil possível. No encontro com inimigos, a melhor opção sempre é fugir. Dessa forma, o jogo oferecia uma verdadeira sensação de perigo, onde o combate quase sempre era o prenúncio de um “Game Over”. Aliado a um enredo cativante e um design bastante icônico, foi o suficiente para me cativar.

    Claro, o jogo tinha lá seus problemas. Não é nenhum pouco imersivo uma estória contada na maior parte por cenas de corte inspiradas no animê, enquanto que no jogo interagíamos com personagens em computação gráfica. Além disso, o game também tinha um certo aspecto de “incompleto”. Todos os edifícios nos quais era possível entrar eram muito desertos, sem nenhum personagem a não ser Faith e eventuais perseguidores. E, em pouco tempo de jogo, era possível dominar a dinâmica do jogo, o que tornava a experiência banal e sem surpresas.

    São defeitos que torço para ver corrigidos em uma possível sequência. Mirror’s Edge está à venda por R$ 79 na Xbox Live Brasil. Você também pode comprar por US$ 19.99 na Xbox Live americana ou, pelo menos preço, a versão para PC distribuída no Steam.

  • O videogame como um palco de teatro Publicado por | 4 de julho de 2011, às 22:30, em Sem categoria | 1


    Sempre que surge uma nova mídia, é muito comum que os primeiros usuários se inspirem em formatos mais antigos enquanto aprendem a dominar suas possibilidades, restrições e inovações. Não à toa, os primeiros programas de televisão eram podem um simples programa de rádio onde se filmava o apresentador, ou os primeiros sites praticamente traziam apenas texto, se inspirando em livros, diários ou jornais.

    E os games, em que se inspiram?

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  • Guia de compras DSiWare: Os 15 Melhores Games Publicado por | 14 de dezembro de 2010, às 18:07, em Destaque, Nintendo | 0

    Continuando a série Guia de compras de games para download, listamos aqui os 15 melhores games, segundo o Gamerankings. para o DSiWare, loja de distribuição digital de games para o Nintendo DSi (e, futuramente, Nintendo 3DS).  Essa é a plataforma recebe mais lançamentos em uma comparação com a PSN, Xbox Live Arcade e o WiiWare, mas acaba sendo ignorada por muitas pessoas.

    Talvez não seja surpresa vide o fato que muito dos jogos e aplicativos são lixos, para não dizer outra palavra. Muitos deles sendo ports de iPhone, aliás. Mas há espaço para verdadeiras jóias. E você conhece 15 delas na continuação.

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  • Guia de compras WiiWare: Os 15 melhores games Publicado por | 9 de dezembro de 2010, às 17:59, em Destaque, Nintendo | 0

    Depois de reunirmos os 15 melhores games da Xbox Live Arcade e da Playstation Network (para PS3), segundo o GameRankings, foi a vez de fazer o mesmo com o WiiWare. O serviço de jogos para download do Wii conta com muito mais lançamentos e muito mais porcarias, é verdade, porém há vários ótimos games que você não encontra em qualquer outro console ou PC (com exceção de alguns, claro).

    Vale citar que excluímos dessa lista os jogos Strong Bad’s Cool Game for Attractive People e Tales of Monkey Island. Isso porque ambos são séries desenvolvidas pela Telltale Games distribuídas apenas em episódios. E cada episódio aparece separadamente na lista, alguns entre os 15 melhores, outros não. Assim como fica injusto fazer uma lista de melhores novelas colocando os capítulos de algumas no meio, resolvemos eliminar ambos os títulos desse ranking.

    Confira a lista completa na continuação do post!

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  • Seis ideias que o mercado de games deveria aprender com a pirataria Publicado por | 6 de dezembro de 2010, às 19:16, em Sem categoria | 2

    Para enfrentar o inimigo, é preciso conhecê-lo. E, para converter os seguidores deles para o seu lado, é preciso ouvir suas reindivicações e atraí-los com os mesmos truques aplicados por seus rivais.

    Essa são duas lições que qualquer um pode levar na vida. E a indústria de games, sempre lutando contra a pirataria, também não pode deixar de lado. Há muito tempo vem sendo dito que o preço é o único motivo que leva um jogador a optar pela pirataria. Porém, os emuladores, desbloqueio/jailbreak de videogames como Xbox, Xbox 360, Playstation 2, Playstation 3, iPhone, etc. trazem junto uma série de vantagens que você sequer encontra no produto original pelo qual você pagou.

    Nesse texto, o Multitap reuniou algumas das principais. Elas estão longe de ser as únicas, e provavelmente sua aplicação nunca impedirá a pirataria de acontecer, o que talvez não seja de todo ruim, já que é através dela que muitas inovações são introduzidas na indústria. Mas ela precisa deixar de ser dominante e atraente, e a constante aplicação de ideias oriundas da pirataria no  mercado de games legal pode ajudar nisso.

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  • A Kingdom for Kiefling estreia na Xbox Live Brasil Publicado por | 6 de dezembro de 2010, às 13:37, em Microsoft | 0

    Um dos jogos mais famosos da Xbox Live Arcade já está disponível desde hoje para quem tem uma conta registrada no Brasil. A Kingdom for Keflings é um jogo de estratégia em tempo real, no estilo Age of Empires, com a diferença que você não precisa atacar nem se defender de ninguém, apenas gerenciar recursos para criar e expandir seu reino. No game, você pode controlar seu próprio avatar, além de uns dos personagens incluídos no game.

    No final do mês, uma sequência será lançada: A World for Keflings chega dia 22 de Dezembro trazendo algumas novidades, como múltiplos reinos, cada um com seus próprios recursos, clima e cultura. Mas não fique esperançoso de que o conteúdo saia simultaneamente na Xbox Live Brasil, já que o serviço, além de trazer pouco conteúdo, tem deixado passar todos os lançamentos internacionais da plataforma.

  • Saiba por que você deve ficar de olho na nomeação dos novos ministros Publicado por | 3 de dezembro de 2010, às 13:13, em Sem categoria | 0

    Hoje, a presidente eleita Dilma Roussef deverá anunciar oficialmente cinco ministros. Já circulam boatos de que o anúncio de hoje pode ser adiado por pressão do PMDB, que estaria insatisfeito com as nomeações até então. De qualquer modo, saiba que algum dos nomes prováveis a serem confirmados é o de José Eduardo Cardozo (PT-SP) para a o Ministério da Justiça, e o de Antônio Palocci (PT-SP) para o Ministério da Casa Civil.  Junto com Guido Mantega, que continuará no cargo de Ministro da Fazenda, e o ainda indefinido Ministro da Cultura, são um dos principais nomes a todos os aficionados por games que sonham ver esse mercado deslanchando no Brasil.

    A importância do Ministério da Fazenda consiste basicamente na Receita Federal, órgão que regula os impostos no Brasil. É dialogando com esse órgão que podemos almejar uma redução na pesada tributação que se dá sobre os videogames. O Ministério da Cultura, por sua vez, é a pasta onde podem surgir diversas ações de incentivo, como o patrocínio a produção de novos jogos. Já o Ministério da Justiça é o responsável por catalogar todos os jogos lançados no Brasil, instituindo uma classificação etária. É uma burocracia falha que não só impede pais de se basearem corretamente nela na hora de comprarem títulos para seus filhos, como também dificulta o lançamento deles por aqui. É a Justiça também a responsável por combater a pirataria. Já a Casa Civil basicamente é a pasta mais forte, com o poder de centralizar e organizar todas as ações do governo federal, inclusive através de outros ministérios.

    Guido Mantega é o atual Ministério da Fazenda, cargo que ocupa há quase cinco anos, período em que sabemos que nada foi feito para resolver a problemática carga tributária sobre games. Logo, sua manutenção no cargo pode não ser uma boa notícia para nós. Quanto a José Eduardo Cardozo, não sabemos o que esperar por enquanto. Ao menos uma pesquisa no Google não há qualquer notícia ou site que ligue o atual deputado ao mercado de games.

    Diferente de Antonio Palocci: ele era até alguns dias atrás o relator do Projeto de Lei 300/2007, que visa estender benefícios fiscais ao mercado de games. O deputado teve mais de dois anos para dar um parecer sobre o projeto, mas devolveu no último dia 30 de Novembro sem qualquer manifestação. Isso demonstra, no mínimo, desinteresse pelo assunto. Para completar, Palocci é um dos vários nomes do PT envolvidos em denúncias de corrupção, incluindo o mensalão. É um histórico que não é bom para nós, gamers, ou qualquer brasileiro.

    É claro que todas as instâncias federais se envolvem, mesmo que indiretamente, em todas as questões de assunto nacional, o que inclui o mercado brasileiro de games. Mas eu diria que são essas quatro pastas que você, querido gamer brazuca, deve ficar mais de olho. E não apenas isso, como também procurar fazer valer a sua voz de protesto ou apoio às medidas adotadas pelo governo federal.

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  • Guia de compras Playstation Network: Os 15 Melhores games para PS3 Publicado por | 2 de dezembro de 2010, às 17:38, em Destaque, PlayStation | 4

    Depois de elaborar uma lista com os 15 melhores jogos da Xbox Live Arcade segundo o Gamerankings, agora o Multitap faz o mesmo com os títulos da Playstation Network. Excluímos da lista jogos sob demanda lançados no serviço (como inFamous ou Burnout: Paradise), focando apenas naqueles títulos exclusivos em cópias para download. Ah, e só jogos para o Playstation 3, sem PSP por enquanto.

    Semana que vem, faremos o mesmo com os títulos de WiiWare, aguarde! Para conferir os melhores games da PSN, veja na continuação do post.

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  • Team Meat usou contas falsas no fórum da PETA para chamar atenção do game Publicado por | 2 de dezembro de 2010, às 13:13, em Microsoft, PC/Web, PlayStation | 1

    Você já deve estar sabendo que a PETA, organização de defesa aos animais dos Estados Unidos, lançou um game paródia de Super Meat Boy, colocando o personagem título como vilão e o “Tofu Boy” como herói, certo? Agora, o que você talvez não saiba, é que o próprio Edmund, um dos dois criadores por trás do Team Meat, fez o que pode para chamar a atenção da PETA para o game. Criando contas falsas, o designer afirmou no blog oficial do game que criou postagens no fórum da PETA destacando o jogo, com a expectativa que algo desse tipo ocorresse, mas que havia desistido no meio do caminho por achar que a organização não daria atenção a um jogo pequeno e desconhecido.

    Edmund complementa, afirmando que não apoia uma organização que é contra 100% dos testes em animais. “Isso significaria que meu melhor amigo no mundo estaria morto, sem mencionar sua mãe e muitos dos membros de minha família e amigos que são diabéticos”, afirma. Ele finaliza o texto soltando uma piada fina, mas bem provocadora: “Sabe quantos membros da PETA são necessários para mudar uma lâmpada? Nenhum, a PETA não consegue mudar nada”. Ui. Isso não é tudo: através do twitter, o Team Meat revelou que adicionará o Tofu Boy na versão para PC (disponível no Steam e Direct2Drive).

    Eu não consegui encontrar no site oficial da PETA qualquer fórum para participação, então não sei dizer o quanto essa informação é correta, ainda que tenha sido extraída do site oficial do game. Provavelmente existia algum espaço desse tipo no passado.

  • Vale a pena comprar BioShock 2 na Xbox Live Brasileira? Publicado por | 1 de dezembro de 2010, às 14:57, em Microsoft | 1

    A devagar-quase-parando Xbox Live brasileira apresentou uma novidade na noite de ontem: o lançamento de BioShock 2, o primeiro Jogo Sob Demanda, pelo atrativo preço de R$ 79. Mas será realmente um valor atrativo?? Hora de fazer contas e comparar preços!

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  • Entrevista: Hector Sanchez fala sobre a série Mortal Kombat Publicado por | 29 de novembro de 2010, às 18:03, em Destaque, Microsoft, PlayStation | 2

    Hector Sanchez é um cara que ama Mortal Kombat. Provavelmente mais do que eu ou você. O americano de 32 anos era apenas um fã de longa data da série quando entrou para a Midway, há cinco anos, como um simples testador de games, aquele cara cuja função é jogar de forma a encontrar bugs e apresentar sugestões de melhorias. Ele também parece gostar muito do Brasil, como podemos supor através de seu blog pessoal, recheado de fotos de sua última visita ao Rio de Janeiro. Não surpreende, portanto, que ele tenha encontrado aqui uma namorada brasileira.

    Mas, como sabemos, sua última visita à cidade maravilhosa foi mais do que uma viagem romântica. Em sua quarta vinda ao país só em 2010, na semana passada, Hector Sanchez chegou na posição de uma das principais vozes a respeito do novo Mortal Kombat, game em desenvolvimento para Playstation 3 e Xbox 360 e com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2011. O produtor do jogo esteve no Brasil Game Show, onde conversou com a imprensa e fãs. Alguns brasileiros tiveram até a oportunidade de disputar algumas partidas do novo game (presente na feira em uma versão ainda inacabada) com o executivo.

    Falando em português, Sanchez embanjou simpatia e cativou os brasileiros presentes em suas duas palestras, ainda que muitos deles estivessem muito curiosos para saber novos detalhes sobre o jogo, como novos personagens não anunciados que, infelizmente, o produtor não podia revelar. Mas o Multitap falou com ele para tentar arrancar alguma novidade. Na entrevista, Hector Sanchez comentou sobre o processo de criação de fatalities e captura de movimentos, revelou sobre a possibilidade de um lutador de origem brasileira em Mortal Kombat e falou o que podia sobre a volta dos jogos clássicos na Playstation Network e Xbox Live.

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  • Guia de compras Xbox Live Arcade: Os 15 melhores games Publicado por | 26 de novembro de 2010, às 16:49, em Destaque, Microsoft | 1

    O mundo dos games para download ainda é um mundo totalmente novo para muitos jogadores, inclusive donos de Xbox 360. Os motivos são receio de adquirir um game via internet, o preconceito com títulos distribuídos digitalmente (por muitos vistos como “menores”) ou que não querem passar pelas dificuldades de compra que esse serviço oferecem para consumidos brasileiros – já que são serviços para o público consumidor dos Estados Unidos.

    Se você é uma dessas pessoas, mas quer se conhecer um pouco mais desse mundo, o Multitap criou uma série de posts divulgando os pontos positivos e negativos dos melhores jogos disponíveis na Xbox Live Arcade, Playstation Network, WiiWare, DSiWare e Steam. Para isso, será utilizada como base as notas dos jogos no site GameRankings. Para quem não conhece, o GameRankings cataloga reviews da imprensa especializada americana e europeia e faz uma média das notas dadas por esses veículos.

    Hoje, começamos falando do Top 15 games da Xbox Live Arcade, segundo o GamesRanking no dia 26/11/2010. Confira!

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  • A triste desigualdade social sob a ótica gamer no Brasil Game Show Publicado por | 25 de novembro de 2010, às 15:31, em Sem categoria | 0

    Era um lindo dia de céu azul. Quando fui cobrir o Brasil Game Show aqui para o Multitap, uma das coisas que mais me impressionou não foi um game, mas sim o grande número de crianças e jovens, muito provavelmente oriundas de favelas da vizinhança, se divertindo com pipas na porta do evento. Não era extremamente uma novidade para mim. A região em torno da estação Estácio do Metrô há muito tempo é utilizada para esse tipo de atividade, de tal forma que coloca até em risco os transeuntes, que devem tomar cuidado para não serem atingidos pelas linhas das pipas.

    O curioso é o contraste: de um lado, um evento que celebrava um tipo de entretenimento bem caro para os padrões brasileiros. Do outro, uma das formas mais baratas de lazer sendo usufruidas por pessoas que provavelmente não podem pagar por um videogame.

    O único produto que parecia unir ambos os lados era uma venda de games piratas, estrategicamente localizada logo na entrada do Brasil Game Show. É ele a porta de entrada de muitas pessoas pobres para o atraente mercado de games. E, em muitos casos, é a única saída também. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), quase 30% dos domicílios brasileiros possui rendimento médio de até meio salário mínimo mensal por pessoa. Só para efeito de comparação, saiba que um modelo oficial de Xbox 360 no Brasil custa, no mínimo, o equivalente a quase dois salários mínimos.

    Não dá pra negar que a falta de acesso ao lazer, o que inclui cinema, teatro e, porque não, videogames, explica em parte situações de guerra civil como o Rio de Janeiro vive no dia de hoje. Parece não haver sequer um espaço dedicado à prática da pipa. Quando a dose de emoção e diversão não se alimenta da catarse promovida por essas artes, aliada a um cenário de educação de baixa qualidade que não orienta os jovens para um caminho mais honesto, o triste mundo do tráfico e violência com suas falsas conquistas e notoriedade fajuta é uma tentação difícil de ignorar.

  • Sua chance de também ser bizarro em uma campanha de Playstation Publicado por | 24 de novembro de 2010, às 16:47, em PlayStation | 0


    Já que estamos em dias de “especial Sony”, não custa nada falar um pouco mais da ação publicitária “Viva o Estado Play”.

    Você zoou a nova campanha bizarrinha de Playstation na América Latina, mas no fundo queria participar dela? Não? Bom, se quiser, você pode ter um pouquinho desse gosto com um novo aplicativo para Facebook, parte da camapanha “Viva em Estado Play”. O objetivo é gravar uma mensagem falando sobre o seu “estado Play”, seja lá o que for isso. O aplicativo então “infantiliza” sua voz e coloca na boca de um dos adultos com cara de bebê disponíveis a sua escolha. Depois, basta compartilhar com amigos na rede social.

    O aplicativo está em espanhol, mas nada impede que você grave uma mensagem em português, ou qualquer outra língua que lhe agrade.

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